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Memória Rádio Vintage: O Velho Mimeógrafo
21/08/2019 18:36 em Tecnologia

Hoje ele figura quase como peça de museu, mas já fez parte da rotina escolar de muita gente. Antes da disseminação de copiadoras e impressoras a partir de meados dos anos 90, o mimeógrafo era a opção mais em conta para quem precisava obter várias cópias de um mesmo documento.
Patenteado por Thomas Edison em 1887, o mimeógrafo funciona a partir de um original (matriz) confeccionado numa folha de estêncil. Semelhante a um papel carbono – com a diferença de precisar da aplicação de álcool – o estêncil reproduz em quantidade aquilo que nele estiver contido, podendo ser um texto, um desenho ou mesmo cálculos matemáticos, bastando para isso reabastecer com álcool o compartimento almofadado no interior do equipamento. Uma vez esgotada a tintura do estêncil, é preciso fazer outra matriz para que novas cópias possam ser produzidas de forma legível.
Atualmente pode ser um tanto difícil encontrá-lo, mas o mimeógrafo fez história num passado ainda não tão distante. Mas é improvável que algum dia volte a ter a importância de outrora. Para aqueles que tiveram a oportunidade de fazer provas e outros trabalhos mimeografados, resta a lembrança daquele agradável odor de álcool nas folhas escolares que agora perfuma tão somente as lembranças de bons tempos que não voltam mais...

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